Morte à Meta
(Dica L. Marx)
O amor agora é um ramo
E a perda faz-me pedra,
Madre depressão medra,
Nado ainda neste dano
Não sopra mais a prosa
A doce flor foi cedo
Não saro, deixo a rosa…
- “Não chore: dome o medo”
Perto da morte torpe,
Eu tremo a cada metro
- Foi um corte fundo, e certo…
Toquei, fiquei quieto…
Morte à meta este é o tema,
Então, vale a alma e lava a pena.
São Paulo, 23 de junho de 2004
Janeiro 5, 2007 às 1:54 am |
eta, moço!
quanta perfeição em brincar com as palavras…um dia chego aí!!!
bjinsssssssssssssss
Janeiro 5, 2007 às 3:28 am |
Acho que brincar é a palavra certa mesmo…eu me divirto fazendo isso…é como um grande quebra cabeças esperando para ser montado…
Beijos
Agosto 6, 2009 às 4:02 am |
Impressionante, qualquer palavra a mais é vã…